Quando os cães se tornaram os melhores amigos do homem?

Existe mais de uma teoria a respeito, mas é muito provável que a domesticação ocorreu entre 11 mil e 15 mil anos atrás. Nessa época ainda não havia cães como conhecemos hoje, mas lobos selvagens que foram sendo amansados – só muitas gerações depois eles dariam origem às raças de cachorros. A data e região precisa onde isso aconteceu ainda é motivo de controvérsia (veja mapa abaixo). “O momento exato da domesticação permanece obscuro, especialmente porque deve ter sido um processo gradual”, afirma o veterinário Mauro Lantzman, especialista em comportamento animal.

Pesquisadores acreditam que a domesticação começou com a seleção de filhotes de lobos cinzentos (Canis lupus) que viviam ao redor de acampamentos humanos. Esses animais se alimentavam de restos de comida deixados pelos homens. Nossos ancestrais logo perceberam que alguns eram mais dóceis que outros e viram uma vantagem em tê-los por perto: os lobos davam o alarme quando outros animais ferozes se aproximavam dos acampamentos. Foi com essa ajuda boa pra cachorro que nasceu uma das mais longas amizades entre animais de diferentes espécies. MUNDO CÃO Primeiros lobos domesticados podem ter surgido no Iraque ou no leste da Ásia. Teoria Iraque Alguns achados arqueológicos apontam que a domesticação dos primeiros canídeos ocorreu há 11 mil anos na atual região do Iraque. A partir daí, os cães se disseminaram pela Europa, Ásia e Américas junto com o homem. Os lobos teriam sido os primeiros animais domesticados pelo homem. Teoria Leste Asiático Uma nova teoria, formulada pelo cientista Peter Savolainen, do Instituto Real de Tecnologia de Estocolmo, na Suécia, aponta que lobos primitivos foram domesticados bem antes, há 15 mil anos no leste da Ásia, provavelmente no que hoje é a China. A teoria de Savolainen se baseia em análises de DNA de cães e lobos. Texto extraído de Mundo Estranho Núcleo Vet

A Prova de que os cães amam você e não se importam para o quanto de dinheiro que você tem

Uma vez que um cão faz uma relação estreita com um proprietário de carinho, a sua lealdade pode ser inquebrável, e eles vão ficar com seu dono através de grossas e finas. E ao contrário de nós, os cães não julgam as pessoas que estão para baixo em sua sorte ou desabrigados. Este post é uma homenagem aos cães desabrigados, que amam e ficam com seus donos sem-teto, não importa a situação.

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via: BoredPanda

Para que serve o bigode dos gatos?

Bigode de gato

Quando pensamos nas principais características dos felinos, citamos, entre diversos detalhes e comportamentos, os longos bigodinhos, também conhecidos como “pelos táteis” ou “vibrissas”.
Esses pelos têm uma baita importância e nunca devem ser cortados, pois são como se fossem o cinto de utilidades do seu superbichano! Duvida? Descubra mais sobre os bigodes felinos agora!

PELOS MULTIFUNÇÃO

As vibrissas dos gatos são ligadas profundamente aos nervos faciais, por isso, funcionam como um detector. Essa parte da anatomia felina tem tanta importância quanto o faro tem para o cão. Tida como uma das partes mais sensíveis do gato, o bigode é capaz de investigar o local onde o animal se encontra e é também por ele que o tato e o olfato apurado do gato se manifestam. Além disso, estes pelos faciais demonstram se o peludo está feliz ou se sentindo ameaçado. Em caso de alegria, o bigode fica relaxado e direcionado para frente. No caso de uma atitude defensiva, ele fica para trás.

O bigode felino serve como uma antena que capta movimentos, serve como um tradutor, pois demonstram o humor do gato, e também serve como uma régua, porque, além de tudo, mede distâncias. Em ambientes com pouca ou nenhuma iluminação, é o bigode que funciona como uma espécie de sensor para o gato. Com estes pelos eles conseguem perceber até o movimento do ar. É por isso que de vez em quando os gatos correm feito loucos, pois, por mais que sejam mudanças imperceptíveis para nós, graças ao bigode eles conseguem sentir a chegada de um temporal ou um pequeno tremor de terra.

O QUE FAZER EM CASO DE BIGODE CORTADO POR ACIDENTE

Um felino que teve o seu bigode cortado, ou que tenha sofrido algum acidente que o fez perdê-lo, se machuca com facilidade, pois sem estes sensores naturais ele não percebe objetos que podem machucar seus olhos e assim não recebe a tempo o sinal para fechá-los. E ainda, na hora de passar por locais estreitos, o gato pode se atrapalhar — lembra que os bigodes medem distâncias? —, o que é péssimo para a saúde do bichinho.

No caso de você ter percebido que o seu gato apareceu em casa sem os bigodes, o ideal é manter o gato na segurança de sua casa até que o bigode cresça de volta. Só há um momento na vida do gato em que o corte dos pelos pode ser necessário: em cirurgias. Mas nesta situação específica, o responsável por retirar o bigode será o veterinário. A melhor parte é que bigodes crescem e seu felino voltará ao normal!

Agora que você já sabe a importância dos pelos faciais do seu bichinho, cuide bem dele e continue aprendendo sobre a tarefa de criar um filho peludo.

Núcleo Vet

O que você precisa saber sobre: Colapso de Traquéia

Animal de raças pequenas (Yorkshire, Maltes, Poodle, Pinscher, Beagle entre outros), normalmente idosos, obesos com crises de tosse e falta de ar, apresentando engasgos e língua roxa sempre que fica excitado, feliz ou quando faz exercícios, podem ter COLAPSO DE TRAQUÉIA.

O QUE É A TRAQUEIA?

A traqueia se assemelha a um túnel (parecendo um cano que leva o ar do nariz para os pulmões) formado por arcos firmes (cartilagens).

Quando as cartilagens amolecem, elas colapsam e diminuem o interior do túnel,bloqueando a passagem do ar. Esse colapso pode ocorrer em uma parte da traqueia ou mesmo em quase a sua extensão, resultando na impossibilidade de levar ar para dentro e fora dos pulmões durante a respiração, levando a falta de ar.

SINTOMAS:

Os sintomas apresentados podem se iniciar com tosse seca, falta de ar quase sempre após excitação, ou esforço por atividade física ou mesmo quando vai beber água.

A tosse e engasgo pode ocorrer sem estímulo e os sinais variam e incluem falta de ar moderada a severa, angustia respiratória, e uma coloração azulada das mucosas e língua (cianose).

O esforço abdominal respiratório resulta em musculatura tensa do abdome assim como pela ingestão de ar (aerofagia causada pelo esforço em tentar respirar).

Esses pacientes geralmente são obesos, mas podem ocorrer também em cães magros. Um sopro cardíaco associado a uma doença valvular pode ser encontrado porque os problemas podem ocorrem simultaneamente em animais idosos.

DIAGNÓSTICO:

O diagnóstico de colapso de traqueia, se baseia principalmente na história clínica de animais de porte pequeno, obesos e mais velhos com tosse e engasgos seguidos de falta de ar.

Radiografias de pescoço e tórax (raios-X) podem identificar alterações no tamanho (diâmetro) na traqueia na inspiração e na expiração. O fato de não ter alterações no Exame de RX, não quer dizer que o animal não tenha o problema, por que o colapso pode ir e voltar, principalmente no inicio da doença.

A confirmação pode ser feita excluindo outras causas de dificuldade respiratória assim como com o exame de Traqueoscopia (com o aparelho de endoscopia e anestesia geral) quando avaliamos o interior da traqueia.

TRATAMENTO:

Durante a fase aguda (nas crises de tosse e falta de ar), o animal deve ser mantido calmo e em ambiente bem ventilado e fresco ( com ar condicionado e ventilador), e quando já em atendimento com o Veterinário muitas vezes, precisam ser sedados para que se acalmem e respirem melhor.

Anti inflamatórios para diminuir o edema da glote e do esforço e mesmo antibiótico e diuréticos podem ser usados. Medicação para suprimir a tosse, calmantes e sedativos podem fazer parte do tratamento.

O controle de peso com regime para perder gordura interna são essenciais e muitas vezes decisivos no tratamento do Colapso da traqueia. Atividade física restrita, assim como evitar estresse de banhos e tosa, manipulações do animal, uso de enforcadores e coleiras e ambientes quentes e úmidos fazem parte do controle.

Correção cirúrgica pode ser considerada em animais jovens quando o colapso ocorre na região do pescoço. Animais idosos, obesos e aqueles com problemas cardíacos ou aqueles onde o colapso ocorre em uma grande parte da traqueia não são candidatos para cirurgia.

O prognóstico permanece bom para muitos animais com colapso em uma parte pequena da traqueia ou quando o animal é ainda jovem e não tem outras complicações, mas pode ser muito grave em animais mais velhos obesos e naqueles onde uma grande parte da traqueia esta alterada. O colapso de traqueia pode levar ao desenvolvimento deHipertensão Pulmonar e Bronquites.

Crises de tosse severa e angústia respiratória pioram o prognóstico. E muitas vezes o tratamento é frustrante.