CATable é a mesa de trabalho perfeita para o tutor de um gato

Desenvolvida pelo designer Ruan Hao, da LYCS Architecture, em Hong Kong, a CATable é a mesa perfeita para o tutor de gato que cansou de lutar contra a presença do pet em seu ambiente de trabalho e resolveu ceder e tornar o ambiente perfeito para o felino.

A superfície ainda é lisa e pode ser perfeitamente utilizada pelos humanos da família como uma mesa quase normal. A diferença é que a diversão está embaixo, na estrutura que permite que o gato se movimente, explore as passagens e buracos e esteja basicamente em casa em uma espécie de paraíso felino.

Esse playground vai impedir totalmente que o seu gatinho ainda escolha o teclado de seu computador como lugar quentinho para um cochilo? Provavelmente não. Mas é sem dúvida um atrativo maior para ele explorar o ambiente feito com tudo que ele gosta.

A mesa foi primeiramente apresentada na semana de design de Milão e está mais para sonho de consumo do que dica de compra.

CATable. Foto: Divulgação

CATable. Foto: Divulgação

CATable. Foto: Divulgação

CATable. Foto: Divulgação

CATable. Foto: Divulgação

Veja um rápido test drive feito para o público alvo em questão.

Para fugir dos pelos, os tutores devem escolher o tecido certo

Quem tem cachorro sabe que é impossível ficar sem nenhum pelo na roupa. Especialmente se o cão está na lista de raças que mais soltam pelos.

Mas nem por isso achamos bacana sair de casa com a roupa lotada de pelos.

De acordo com o Bark Post, existe uma solução para esse problema: a escolha do tecido.

Veja a lista com a ordem dos tecidos que menos atraem pelos até os mais difíceis para quem tem cachorro:

  1. Couro – Os pelos dos pets não grudam no couro.
  2. Seda / Cetim / Tafetá – Os pelos escorregam na seda e em todos os tecidos feitos desse material. Mas a seda é um tecido delicado e pode sofrer com as unhas e dentes dos cães.
  3. Poliéster / Spandex / Viscose / Nylon – Apesar dos tecidos sintéticos atraírem menos pelos do que os naturais, eles são mais propensos à aderência estática. Isso pode dificultar a retirada dos pelos.
  4. Jeans – Jeans que não sejam brancos, pretos ou em tons escuros de azul são boas opções para tutores de cães. A maioria das cores dos pelos caninos são facilmente camufladas no jeans tradicional.
  5. Lã / Malha – Roupas com tecelagem solta não costumam atrair pelos. Mas isso só funciona se seu cachorro tiver a cor parecida com a roupa que você está usando. Porque se você estiver com uma blusa de lã preta e seu cão for branco, será difícil disfarçar.

10 comidas proibidas para cachorro

Diversos donos de cães têm o forte desejo de agradar seus animais com alguma guloseima, especialmente, quando ele faz aquela carinha de coitado, como se não comesse há mais de uma semana.  No entanto, alguns alimentos podem ser prejudiciais e causar danos irreversíveis à sua saúde podendo, inclusive, levá-lo a morte.

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Confira uma lista com 10 alimentos que os cães não podem comer.

Chocolate: Apesar de ser delicioso para nós, o chocolate possui teobromina, uma substância similar à cafeína. A ingestão, mesmo que em pequenas quantidades, pode provocar vômito, diarréia, sede excessiva, além de tremores, convulsões e alteração nos batimentos cardíacos. A guloseima também pode causar alergias e provocar uma intoxicação grave que leva à morte. Portanto, em épocas festivas como a Páscoa, atenção dobrada!

Sendo assim, opte apenas pelos chocolates desenvolvidos exclusivamente para animais e vendidos sob supervisão veterinária.

Bebidas alcoólicas: Cerveja, licor, vinho e bebidas em geral que contenham álcool geram os mesmos efeitos no fígado e cérebro de um cão que nos seres humanos. No entanto, os malefícios para os cães são ainda maiores, particularmente para os pequenos, uma vez que causam vômitos, diarréia, alterações no sistema nervoso central, problemas de coordenação, dificuldade respiratória, coma e até a morte.

Uva ou uva passa: Embora muitos petiscos para cães possuam uvas ou passas, esse é um alimento que não deveria ser oferecido para o pet. Ainda não se sabe ao certo o motivo dele não ser bem aceito, mas uvas e passas sabe-se que elas estão associadas à insuficiência renal precoce, vômitos e podem deixar o cão bastante apático.

Macadâmia: Basta uma pequena quantidade de macadâmia para o cão ser envenenado e até mesmo morrer. Isso porque esses tipos de nozes, se ingeridos, geram uma intoxicação grave com sintomas que incluem tremores musculares, fraqueza ou paralisia dos membros posteriores, vômitos, temperatura corporal elevada e frequência cardíaca rápida.

Alho e cebola: O alho e a cebola causam o mesmo efeito negativo na saúde dos cães. Tanto em suas versões cozidas, desidratadas, em pó ou mesmo cru, os dois alimentos podem ser responsáveis pela destruição de células vermelhas no sangue do animal, levando-o à anemia. Se for ingerido em grandes quantidades, o alho e a cebola podem causar intoxicação que apresentam sintomas como fraqueza, vômitos, apatia, falta de apetite e de ar.

Abacate: Apesar de ser inofensivo para humanos, o abacate entrou para a lista de alimentos mais perigosos para cães da ASPCA, em 2009. Isso porque toda a planta do abacate – semente, casca, folhas e fruto – contém uma substância denominada Persin, que é altamente tóxica e letal para cães. Procure evitar qualquer tipo de contato.

Bebidas com cafeína: Pouco importa a quantidade ingerida, a cafeína pode ser letal para o cachorro e não há antídotos. A reação no corpo dos animais é similar a um envenenamento e, quando ingerida, provoca sintomas como agitação, respiração acelerada, palpitações cardíacas, tremores musculares, convulsões e sangramento. É importante ter em mente, que além do chá e café, a cafeína também pode ser encontrada em bebidas com cacau, chocolate e energéticos. Alguns medicamentos para resfriado e analgésicos humanos também podem conter cafeína.

Ossos: Os ossos cozidos, fervidos ou esquentados podem ser responsáveis por lesões internas seríssimas e também podem levar a morte do animal. Quando fervidos, os ossos ficam quebradiços e podem formar pontas que podem machucar a boca ou algum órgão interno do sistema digestivo sistema, onde o osso pode ficar preso ou até perfurar um órgão causando hemorragias internas. Como alternativa, os donos podem optar por opções industrializadas, alguns tipos de ossos específicos, como joelho de boi (rótula), bacia de boi, pescoço de frango ou asinhas, ou ainda, para não correr nenhum tipo de risco, ossos recreativos.

Frutas com sementes: Geralmente o problema não são as frutas (frutos, na verdade), mas sim, as suas sementes. Isso porque os caroços presentes nelas podem causar uma inflamação no intestino delgado dos cães. Além disso, as sementes também podem causar obstruções, hemorragias e até envenenamento. Evite ao máximo que os cães comam as sementes e os caroços das frutas.

Doces e comidas açucaradas: Guloseimas são muito saborosas, mas podem ser grandes vilãs dos animais. Os doces em geral e alguns produtos de panificação possuem o xilitol, uma substância responsável pelo aumento da insulina que circula no corpo do cachorro. Caso isso ocorra, haverá uma alteração na taxa de açúcar do cão que pode levá-lo a insuficiência hepática. Os sintomas iniciais incluem vômitos, letargia e perda de coordenação. Eventualmente, o cão pode ter convulsões. A insuficiência hepática pode ocorrer dentro de poucos dias.

Foto: Karen Dalziel via Flickr / CC BY 2.0

Midríase

Muitos médicos veterinários, quando recebem um paciente em seu consultório, procuram examinar os olhos do animal, com o uso de um foco de luz ou não. Essa prática normalmente é feita a fim de procurar alguma alteração, como o aumento da pupila, chamado na medicina de Midríase. Esse sintoma pode ajudar o profissional a desconfiar de vários tipos de alterações e doenças no cão. Em âmbito fisiológico, a Midríase é causada pela contração do músculo dilatador da pupila que, ao se repuxar, faz com que a pupila aumente muito seu tamanho, tomando grande parte da íris. É importante ressaltar que a Midríase, em alguns casos é normal, como por exemplo, numa descarga de adrenalina no sangue do pet ou em ambientes com pouca luminosidade.

Foto: Reprodução

As causas podem ser inúmeras, variando de patológico (doença) até mesmo a uma resposta normal do organismo do cão, como dito anteriormente. Na maioria dos animais que dão entrada na clínica veterinária com esse sintoma, a midríase é decorrente de uma intoxicação por produtos químicos, medicamentos, plantas e etc. Outro fator também muito comum é a lesão cerebral, causada principalmente pelo traumatismo no momento do atropelamento, como também quando o animal apresenta um quadro de choque circulatório. Grande parte das doenças sistêmicas também acarretam a dilatação da pupila, por isso é importante a avaliação de um especialista.

O sintoma da midríase, normalmente vem junto de vários outros sinais clínicos de diferentes regiões do corpo do animal. Isso vai depender, é claro, do fator primário que acarretou toda essa alteração. As principais sintomatologias, que na grande maioria das vezes aparecem concomitantemente da dilatação da pupila, são: Vômitos; Diarréias; Prostração; Anorexia; Letargia; Sinais neurológicos (convulsão, tremores e pressão da cabeça contra objetos). Existem alguns animais que não apresentam sintomas, além da Midríase, por isso é necessária a avaliação de um médico veterinário.

O diagnóstico é feito através de uma boa anamnese, seguida de um exame clínico detalhado. O profissional irá verificar a provável causa de toda a alteração existente no animal. Na maioria dos casos, o médico veterinário irá expor o animal a diversos exames específicos, tais como: Exame de sangue, Ultra-sonografia, Raio X, Ressonância magnética e entre vários outros tipos de exames. Isso irá depender da suspeita do médico veterinário.

A midríase só irá regredir, no momento que a causa primária for tratada. Em alguns casos, como por exemplo, nas lesões cerebrais, os animais permanecem com a dilatação da pupila bem acentuada, já que na maioria das vezes, não há tratamento específico neurológico. Em animais que passaram por choque hipovolêmico ou por intoxicação, são tratados com terapia medicamentosa para reverter o caso.

Assim que o tutor observar que o animal apresenta uma midríase constante, o mesmo deve levar o cão para uma avaliação por um médico veterinário. Jamais deixe qualquer anormalidade passar despercebida, pois isso pode levar a um quadro mais grave futuramente.

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo