Diarreia em filhotes de gatos

Foto: Reprodução

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Diarreia em filhotinhos de gato pode ocorrer por várias causas. As mais comuns são:

– Verminose: O filhote acaba tendo diarreia por uma carga muito grande de vermes e o diagnóstico é feito mediante exame de fezes.

– Giardia: É um parasita intestinal flagelado e também só pode ser diagnosticado por exame de fezes.

– Isóspora: Coccídeo que parasita o intestino também e encontrado também no exame de fezes

– Panleucopenia: Vírus que ataca a mucosa gastrointestinal e causa vômitos e diarreia. Também pode causar sintomas neurológicos, além de baixar o número de glóbulos brancos. Geralmente detectamos através do exame de sangue.

Se você tiver um gatinho com diarreia, deverá levá-lo rapidamente ao veterinário, pois ele poderá morrer de desidratação. Ele terá que ser medicado como a Nina foi. Ela teve uma melhora rápida e estamos aguardando o resultado do exame de sangue e das fezes para tratarmos a causa do problema.

Equipe NúcleoVet

Primeiros Cuidados com Filhotes de Gatos

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Preparamos uma lista com 10 cuidados que você precisa ter com seus gatinhos. Acompanhe:

1 – Exame de fezes: Deve ser feita a partir dos 25 a 30 dias de idade, ou no momento da primeira consulta, mas sempre antes do início do esquema de vacinação para proceder os cuidados necessários de vermifugação, preparando o seu filhote para a vacinação.

2 – Vermifugação: Após resultado do exame de fezes – ou antes caso necessário – pode-se iniciar a vermifugação com 30 dias de idade, repetindo após 15 dias e depois novo ciclo no final do esquema de vacinação. Lembrar-se de que a dose é calculada de acordo com o peso do animal.

3 – Vacinação: Feita em animais saudáveis e vermifugados, após a introdução ao ambiente definitivo e quando já estiver se alimentando normalmente de ração.

Primeira dose: Em torno de 45 a 60 dias de idade – Vacina Quádrupla

Primeira dose: Após 30 dias – Reforço da Vacina Quádrupla

Terceira dose: Após 30  dias – Última dose da Vacina Quádrupla e Vacina Antirrábica. Normalmente o esquema de vacina termina em torno do quarto/quinto mês de vida. Lembre-se sempre que se deve fazer o reforço anual em dose única.

4 – Exame de Faids/Leucemia Felina: Indica-se o exame para gatos de origem desconhecida ou cujos pais tiveram acesso a rua. Pode ser feito a partir dos dois meses de idade.

5 – Prevenção de ectoparasitas (Pulgas e carrapatos): Pode-se iniciar a partir dos 30 dias de vida de acordo com o produto escolhido. A frequência dependerá da exposição e do produto.

6 – Castração precoce: Quando a opção é pela não reprodução, deve-se instituir a castração precoce das fêmeas a partir do quinto mês de vida, principalmente para  prevenir o tumor de mama e os transtornos do cio. Nos machos tem indicação para prevenir marcação de território com a urina e saídas a rua.

 7 – Alimentação: Ração de filhotes até 10 a 12 meses de vida (de acordo com a raça), depois ração de adulto e, se for o caso, ração light (para gatos obesos) e ração sênior (animais senis).

8 – Banhos e escovação de pelos: Feitos de acordo com a raça e particularidades de pele/pelo, podendo, no caso de filhotes sadios, iniciar a partir dos 45 dias de vida. A frequência dependerá da necessidade.

 9 – Cuidados com os dentes: Deve-se condicionar o seu animal a escovação dos dentes a partir do segundo mês de vida.

10 – Sorologia para toxoplasmose: Indica-se para gatos de origem desconhecida, com acesso a rua ou que se alimentam de caça e/ou carne crua, principalmente quando há contato com mulheres em idade fértil.

Equipe Núcleo Vet

Vida sedentária leva cães e gatos a obesidade

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O estilo de vida sedentário de muitos donos e a maneira confinada em que cães e gatos vivem nos grandes centros urbanos são as principais causas da obesidade animal. Segundo o veterinário Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário PET CARE, a alimentação sempre abundante e calórica para os pets, bem como a falta de atividade física e a castração, também contribuem para este cenário. “Como os animais não têm noção do perigo e das restrições à saúde provocadas pela obesidade, cabe aos donos fazer esse controle alimentar e incentivar a atividade física”.

Segundo o especialista, é essencial fazer o controle do peso do animal para evitar problemas decorrentes do sobrepeso e obesidade, como diabetes, pancreatite, distúrbios respiratórios, dores articulares, problemas de coluna, dificuldade de reprodução etc. O veterinário sugere que tal controle seja feito a partir do primeiro ou segundo ano de idade. “É fundamental verificar o peso a cada dois ou três meses”, afirma. “Animais castrados devem receber maior atenção, pois tendem a ganhar peso mais fácil”.

O médico ressalta ainda que controlar o peso do pet não é tarefa árdua, de forma que o peso ideal deve ser estipulado apenas quando o animal chega em torno de 12 a 16 meses de idade. Segundo o veterinário, esse peso deve ser mantido como referência por toda a vida, sabendo que naturalmente pode aumentar com o envelhecimento e inatividade física.

Por que ele está gordinho?

Existe uma série de fatores que favorecem a obesidade, como predisposições genéticas raciais, como é o caso dos buldogues e beagles, por exemplo, doenças como hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo, além de alterações hormonais, hábitos alimentares inadequados, ansiedade e a solidão.

Outro fator que deve ser levado em consideração é a idade do pet, pois com o passar dos anos e a diminuição do metabolismo e das atividades físicas, o animal passa a ganhar peso. “Isso geralmente acontece do 5º ao 14º ano de vida”, explica Quinzani. Mesmo para estes animais, é importante que o peso esteja no máximo de 15 a 20% acima do ideal.

É comum também acontecer uma perda de peso entre o 10º e 15º ano, devido à atrofia muscular que ocorre na fase final da vida. Este emagrecimento também pode estar relacionado a outras enfermidades como diabetes, câncer, hipertireoidismo, deficiência alimentar ou alimentação inadequada, insuficiência pancreática exócrina e gastrite crônica, além de inflamações intestinais.

O especialista alerta, no entanto, que essa perda de peso passa a ser preocupante quando ela for acima de 10% do peso ideal.

Fonte: http://petmag.uol.com.br/noticias/estilo-de-vida-sedentario-leva-pets-a-obesidade/

Mau hálito em cães e gatos

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A doença que provoca o mau hálito em cães e gatos é chamada doença periodontal. Caracterizada pelo mau hálito, acúmulo de cálculo (tártaro) e gengivite, a doença periodontal se origina da placa bacteriana e, se não tratada, causa retração gengival, mobilidade e perda do dente.

Além dos problemas bucais, a doença periodontal pode causar lesões em outros órgãos como  rins, coração, fígado e articulações devido à circulação de bactérias pela corrente sanguínea.

Uma vez que a doença periodontal é constatada, o veterinário deve avaliar a necessidade do tratamento que consiste na raspagem e polimento dos dentes com o animal sob anestesia geral.

A única forma de prevenir a doença periodontal é por meio da escovação diária com escova e creme dental apropriado para animais.

Didaticamente, podemos dividir a doença em três diferentes categorias:

Estágio 1 – Pouco acúmulo de cálculo (tártaro) e gengivite discreta.

Estágio 2 – Acúmulo moderado de cálculo (tártaro), gengivite moderada, sangramento gengival, retração gengival.

Estágio 3 – Grande acúmulo de cálculo, gengivite severa, mobilidade dental.